De que vale tanta tecnologia, que venha a calhar para providências imediatas; se e somente se sabemos que as verdadeiras e tortuantes providências que devem ser sanadas, e que sempre rodearam a humanidade até então, são insolúveis ao homem?
Todavia, nos apegamos em soluções vãs, frívolas, e porque não dizer as vezes que absurdas, tais as vezes com fundamento empobrecidos em torno de nossa mera e inocente inteligência. Contudo, insistimos sim na tênue ilusão de que, nós humanos somos o centro da providência; porém esquecemos que é este mal que tem nos assolado. No entanto, só nos damos conta de que este pensamento não é veraz, tampouco eficaz, quando: encontramo-nos desolados, tristes, solitários, sem chão, sem céu, sem por que; é quando passamos a indagar cada vez mais as coisas, como por exemplo: "Por que tais coisas são como são?","Por que é assim? Não poderia ser de outra maneira?", ou até "Por que se fez assim?", etc. Ademais, é neste momento normalmente trágico, que nos interiorizamos ainda mais, ao ponto que chegamos a conclusão que: existe algo maior do que todos nós; algo além; algo que explica o que até então é inexplicável; algo que sobressai a lógica; algo intangível, mas que nos tange quando realmente pedimos e buscamos de todo o coração (Jr. 29:13); algo que possa nós alegrar a espera do que não se tem conhecimento. Conquanto, destruição gera destruição, luta gera luta, e a soberba faz com que a humanidade naufrague com o navio da vida, no mar do mundo. Crescemos desordenadamente, e desenfreadamente. Naturalmente, somos produtos do que geramos, e, colhemos até mesmo o que não plantamos.
O retrato real da humanidade pode ser norteado nos seguintes aspectos: "Tanto poder, tanto querer sem poder, e mesmo sem querer podendo".
Com todo este contexto é impossível não se lembrar de uma passagem bíblica; na qual o rei Nabucodonzor relata aos povos e nações da terra, com relação a um sonho que tera (Daniel 4). No texto o rei relata um certo incomodo por não entender o que sonho queria lhe dizer, é pois ai que ele manda reunir todos os sábios da Babilônia, entre eles: os magos, os astrólogos, os caldeus, e os adivinhadores para que interpretassem o seu sonho (Dn. 4: 4,7). Porém, os mesmos sábios não conseguiram interpretar de forma convincente ao rei. Portanto, o rei baixa um decreto que fossem de alguma forma destruídos todos os sábios; enfim, é quando Daniel se oferece a fazer a interpretação, porém pede-lhe um tempo; mas, consegue ele dar ao rei tal feito. Necessariamente, a interpretação tem sua sinopse baseada no poder, na qual revela o excelso poder do rei Nabucodonozor. Entretanto, na revelação há uma lacônica passagem que vislumbra ferir a atenção no aspecto de que por mais poderoso que sejais ele (rei), jamais poderá ser maior do que o REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES (I Timóteo 6: 15). Todavia, o rei não dá muita importância a isso, e, é quando ele sofre por ser soberbo, não podemos dizer tolo porque tinha ele o conhecimento. Deus o tira entre os homens e colocá-lo entre os animais do campo a comer ervas como bois, e vulnerável ao orvalho do céu, e passaram-se sete tempos, e no fim o rei volta ao lugar em que fora tirado (Dn. 4: 37). Podemos observar que o poderio do rei Nabucodonozor era grandiosamente absurdo, porém não se deteve Deus pelo o que ele era, quais títulos de nobreza obtinha, quais meios detinha ele com respeito a tecnologia, arte, ..., ou congêneres; porém Deus se deteve repreendendo-lhe pelo elevado nível que rodeava seu ego.
Podemos ter uma conclusão da seguinte forma meus queridos: por mais que a humanidade tenha poder, tecnologia, etc e tal, a humanidade sempre será submissa a Deus. Embora, que alguns não acredite Nele, ou não o veja por simples egocentrismo, ou até mesmo por ignorância; porém Ele existe. Prefiro minha Fé de crer naquilo que não é visível, pelo menos aos olhos humanos; do que me perder por lugares mórbidos.
A vós meus queridos um abraço terno e minhas mais sinceras felicitações. Tenha uma boa vida, viva pra Deus! até a próxima postagem.destruição